Outubro é o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE), uma celebração anual das bibliotecas escolares em todo o mundo, uma oportunidade para darem a conhecer o trabalho que desenvolvem e mostrarem que não são apenas um serviço, mas um centro nevrálgico vital nas escolas. A chamada à ação é da IASL (International Association of School Librarianship). Em Portugal, o Dia da Biblioteca Escolar assinala-se na quarta segunda-feira do mês de outubro, em 2024, dia 28/10.
O mote para este ano já está lançado: Bibliotecas Escolares: a ligar comunidades!
A Direção-Geral da Educação (DGE), através do Centro de Sensibilização SeguraNet, em colaboração com um conjunto de entidades de referência, promove iniciativas de Educação para a Cidadania Digital.
Ainda como forma de contribuir para o reforço da segurança nos ambientes digitais, e sensibilizar para a adoção de estratégias mobilizadoras de competências digitais, a DGE promove as campanhas: “Não à Violência Online“, “Cibersegurança nas Escolas” e “Aplicações Generativas Suportadas por IA“. Estão também ao dispor das comunidades educativas serviços de apoio, tais como a Linha Internet Segura, sob responsabilidade da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), e o CERT.PT, sob responsabilidade do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), que permite dar resposta a incidentes digitais, como ciberataques. Numa sociedade em que o digital está cada vez mais presente, é fundamental o envolvimento das comunidades educativas em iniciativas que garantam a segurança e o bem-estar das crianças e dos jovens em ambientes digitais.
Assim, é importante que estas iniciativas sejam divulgadas junto dos docentes, bem como da comunidade educativa alargada, e que sejam tidas em conta aquando da construção/revisão dos Planos de Ação de Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDE).
Este é o momento para reforçarmos a colaboração, para nos apoiarmos uns aos outros e para partilharmos as aprendizagens que trazemos das nossas experiências pessoais. Juntos, alunos, professores e assistentes, estamos convictos de que podemos transformar as nossas diferentes visões em novas soluções, contribuindo de forma significativa para os projetos das bibliotecas e o sucesso dos alunos e das suas aprendizagens.
O compromisso, a dedicação, o talento e a criatividade vão assegurando o funcionamento das bibliotecas do nosso agrupamento e vão-nos, seguramente, fazendo “olhar de frente” todas as dificuldades, de forma a alcançar novos níveis de excelência.
A equipa da Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Lousada!
Aqui disponibilizam-se os ficheiros das últimas provas finais nacionais do Ensino Secundário, realizadas em 2022/2023, os respetivos critérios de classificação e outros ficheiros adicionais.
Muitos Parabéns à turma A, do 4.ºano da EB1 de Boavista-Silvares, que alcançou o 2.º prémio na 8.ª edição do Concurso Literário “Ler Lousada”, com o trabalho intitulado: “Fauna, Flora e…Rio”. O ponto de partida para este concurso foi a leitura do livro “Conto do Moinho do Meio”, de Margarida Fonseca Santos.
Recorde-se que este concurso é promovido pela Câmara Municipal de Lousada e pela Rede de Bibliotecas de Lousada e tem como objetivos criar e consolidar hábitos de leitura e escrita, promover a escrita criativa e expressão literária e valorizar a cultura do concelho.
O prémio é de 500 € para a Biblioteca Escolar do estabelecimento de ensino a que a turma pertence e um livro para cada aluno da turma.
Mais do que um único documento, o Relatório de Tendências da IFLA é uma seleção de recursos para ajudar a compreender onde as bibliotecas se enquadram numa sociedade em mudança que estão disponíveis num sítio Web especificamente dedicado: https://trends.ifla.org./
O Relatório de Tendências da IFLA identifica cinco tendências de alto nível que moldam a sociedade da informação, abrangendo o acesso à educação, privacidade, envolvimento cívico e transformação.
Tendências de alto nível
O Relatório identifica cinco tendências de alto nível que desempenharão um papel fundamental na formação do nosso futuro ecossistema de informação:
TENDÊNCIA 1 – As novas tecnologias irão expandir e limitar quem tem acesso à informação.
TENDÊNCIA 2 – A educação online irá democratizar e perturbar a aprendizagem global.
TENDÊNCIA 3 – Os limites da privacidade e da proteção de dados serão redefinidos.
TENDÊNCIA 4 – As sociedades hiperconectadas ouvirão e capacitarão novas vozes e grupos.
TENDÊNCIA 5 – O ambiente global da informação será transformado pelas novas tecnologias.
Ainda identifica 12 tendências e apresenta várias respostas importantes que podem ajudar a pensar todos os que se ocupam de bibliotecas desde o nível macro (como a Rede de Bibliotecas Escolares) como a nível micro (cada uma das bibliotecas escolares).
Apresenta-se uma súmula das questões que nos pareceram mais significativas para ao mundo das bibliotecas escolares, no entanto aconselhamos vivamente a leitura integral do documento.
1. As bibliotecas são cada vez mais vistas como irrelevantes num mundo em mudança.
2. O mundo está a enveredar por um caminho que desconsidera o valor das infraestruturas comunitárias e da informação para o desenvolvimento.
3. Em muitos países, a despesa pública – e, por conseguinte, a margem de investimento – está a diminuir.
4. Sociedades mais diversas tornam mais complexa a prestação de serviços universais e a consecução da equidade.
5. A regulamentação dos espaços digitais está a acelerar, mas sem considerar os impactos no modo como as bibliotecas apoiam desenvolvimento.
6. Um mundo cada vez mais incerto intensifica os desafios e dificulta a prestação de serviço.
7. Existem obstáculos persistentes e crescentes à criação de parcerias para o desenvolvimento.
8. As desigualdades geográficas persistentes são reforçadas por um investimento desigual nos serviços públicos.
9. Os trabalhadores das bibliotecas e da informação são vistos como auxiliares e não como atores do desenvolvimento por direito próprio.
10. A globalização continua a abrir novas expectativas para o acesso à informação.
11. Mesmo com a melhoria da conetividade, o fosso digital persiste e está a agravar-se.
12. Estamos demasiado ocupados a lidar com crises para pensar estrategicamente.
Estes são os alunos das Escolas de Lousada que participaram na 1.ª edição do Concurso “Leituras no Douro, Tâmega e Sousa, cuja Fase Intermunicipal se realizou no Marco de Canaveses, no dia 21 de maio.
Do nosso agrupamento representou o 1.ºciclo, Simão Luís Oliveira, do 4.º ano – EB1 de Pias; 2.ºciclo, Mafalda Santalha Oliveira, 5.ºA e Nathaly Beatriz Sousa, 6.ºC – E.B. Professor Marnoco e Sousa; 3.ºciclo, Leonor Brochado Moura, 7.º D – Escola Secundária de Lousada e Secundário, Mariana Sofia Moreira, 11.º F – Escola Secundária de Lousada.
O momento intermunicipal foi constituído por 1 Prova escrita: realizada por todos os alunos selecionados no momento anterior, para apuramento dos 5 (cinco) participantes, por nível de escolaridade e 1 Prova oral de palco: realizada pelos 5 (cinco) selecionados na prova escrita, por cada nível de escolaridade, num total de 20 (vinte) finalistas. A prova oral de palco teve a duração de 3 (três) minutos para cada aluno, e consistiu em ser proposto aos alunos alterarem o final da história ou de um dos personagens da obra a concurso.
Do nosso Agrupamento venceu, na Modalidade do 2.º Ciclo, a Mafalda Santalha Oliveira, do 5.ºA!
Parabéns, Mafalda Santalha Oliveira!
Parabéns a tod@s!
O concurso foi da responsabilidade das bibliotecas municipais e das bibliotecas escolares da região do Douro, Tâmega e Sousa.
Pode-se apreciar, na Biblioteca da Escola Secundária, até ao final do 3.º período, uma exposição de minicadeiras, executadas pelos alunos de Artes Visuais do 12.º I, na disciplina de Oficina das Artes, sob a orientação do professor Alexandre Ribeiro.
Os alunos desenvolveram o projeto nas suas aulas, a partir de uma pesquisa/seleção de cadeiras de autores/designers de referência na área do design e em fontes fidedignas. Cada aluno teve que escolher uma cadeira de autor, com vista à recriação de uma nova cadeira em formato mini.
Com base numa cadeira selecionada ou nos seus elementos mais característicos, apropriaram-se dela como se se tratasse de um novo objeto em suas casas — pronto a usar. Foram livres e criativos na seleção dos seus materiais e enquadramento.
E o resultado está à vista!… Nunca mais irão olhar para uma cadeira da mesma forma.