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12.º ano expõe trabalhos de Geografia

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Abertura de Concurso Literário e de Ilustração

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100.º aniversário do nascimento do poeta Álvaro Feijó

(5 de Junho de 1916)

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A equipa da biblioteca do Agrupamento de Escolas de Lousada, com a colaboração dos professores de Português e de Artes Visuais, pretende incentivar a criação e divulgação literária em língua portuguesa e incentivar a capacidade criativa e a imaginação das crianças, estimulando a ilustração, através do desenho, a população escolar do Concelho de Lousada, no âmbito da homenagem ao 100.º aniversário de nascimento do poeta Álvaro Feijó, que por aqui viveu legando-nos uma coletânea de versos de especial importância na poesia portuguesa do século XX.

REGULAMENTO 9.º CONCURSO LITERÁRIO ÁLVARO FEIJÓ 2016 

 

REGULAMENTO 4.º CONCURSO ILUSTRAÇÃO ÁLVARO FEIJÓ 2016

 

 Aqui vos deixamos a biografia do poeta Álvaro Feijó»»»»»»».

O 10.ºI e a Rota do Românico

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 10.ºI e a Rota do Românico

Hoje, os técnicos da Rota do Românico, Dr. Joaquim Costa e Dra. Tânia Nogueira, conversaram com os alunos do 10.ºI, de Artes Visuais, na aula de História e Cultura das Artes. Começaram por falar sobre a arte românica, desde os séculos XI ao XIV, que foi uma arte, sobretudo religiosa. Esta arte, conhecida por arte da Reconquista, está associada às Ordens Religiosas e é construída em pedra granítica. A arte da cantaria. Mestres canteiros eram os pedreiros e escultores.

As Igrejas eram como “catecismos de pedra”, onde o povo encontrava um espaço de refúgio e de proteção, mas também um espaço onde as pessoas podiam refletir sobre o pecado, o mal que tinham praticado. Falaram também da importância desta arte, mais propriamente, dos monumentos erigidos no território entre os rios Tâmega e o Sousa: mosteiros, castelos, igrejas, memoriais, pontes, torres, e da sua  importância patrimonial para a reabilitação deste território. A Rota do Romântico é constituída por 58 imóveis distribuídos por 12 concelhos: Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende.

Os alunos terminaram a sessão a experimentar os jogos de princípios matemáticos e geométricos: Azumetria, Hexiamante e Tangram, jogos milenares, adaptados à arte do Românico. Tinham que construir e que criar padrões… E adoraram!

Cachorro Arco de volta perfeita Cornija Colunas Mísulas Portal Fachada Tímpano Pedra Seteiras  Casa de Deus Base  Fuste  Capitel Ornamentos Naturalistas  Palmetas  Fístulas Contrafortes Aduelas Encomendadores Fortaleza de Deus foram as palavras mais ouvidas.

Os alunos do 7.ºano e o Românico

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Hoje, dia 26 de janeiro, os alunos do 7.º ano puderam descobrir o que é o Românico e quais as suas principais caraterísticas.

Foi ao longo da segunda metade do século XI e do início do século XII que uma série de transformações deu início ao aparecimento do estilo românico em Portugal.

A arquitetura românica, em Portugal, coincidiu com o reinado de D. Afonso Henriques e foi uma arte predominantemente religiosa que se concentrou, essencialmente, no Noroeste de Portugal. No território do Tâmega e Sousa apresenta características muito próprias desta região: a simplicidade dos temas e das técnicas.

Os alunos aprenderam tudo o que se relaciona com o tímpano e  com as cachorradas, os talha-mares das pontes deste concelho. Nas bases, fustes e capitéis das colunas, nos arcos de volta perfeita e nos longos frisos das fachadas das igrejas e dos mosteiros, a escultura é muito bem desenhada. Estas são aprendizagens muito importantes para todos os alunos do 7.º ano deste Agrupamento que têm vindo a assistir às diversas sessões proporcionadas pela Biblioteca escolar em parceria com as técnicas intérpretes da Rota do Românico, sediada em Lousada. A escola deve educar para o património local!

Muito obrigada Dra. Tânia Nogueira e Dra. Inês! Os alunos agradecem…

Alunos do 4.º ano visitam a Torre de Vilar

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Torre de Vilar

Inserido no projeto da Biblioteca do Agrupamento em parceria com a Rota do Românico, intitulado “O que as pedras nos contam”, está a ser concluída a segunda fase deste programa: a visita guiada pelos técnicos intérpretes aos imóveis. Hoje foi a vez dos alunos do 4.º ano da EB de Ordem visitarem a Torre de Vilar, em Vilar de Torno, cuja construção foi feita em pedra granítica e regista a presença de siglas de canteiro (símbolos gravados pelo homem que trabalhava em cantaria, ou seja, o pedreiro).

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Sigla de canteiro

Aprenderam que a Torre possui cerca de 14 metros de altura e, mais do que uma torre militar, representa uma residência senhorial fortificada, com cinco pisos. A entrada, no rés do chão, servia como despensa onde se guardavam os alimentos, pois a comida era confecionada no exterior. Os outros pisos funcionavam como moradia dos nobres que aí habitaram no século XIII. Os alunos mais corajosos, ainda puderam visitar o quinto e último piso onde possivelmente seriam os aposentos senhoriais.

No final, todos receberam um  certificado a comprovar esta visita, um pin e um folheto que aqui podes consultar.

“R” de Romano ou “R” de Românico?

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Os técnicos intérpretes da Rota do Românico, Dr. Joaquim Costa e Dra. Tânia Nogueira, em parceria com a equipa da Biblioteca do Agrupamento, têm vindo a desempenhar um périplo educativo patrimonial excelente, divulgando a vasta herança histórica deste território entre o Tâmega e o Sousa aos meninos desde o pré-escolar até ao 10.º ano de Artes. Tanto em sessões de esclarecimento em todos os estabelecimentos do agrupamento, como nas visitas aos imóveis.

Esta semana, foi dedicada aos alunos do 5.º ano e, em várias sessões, foram esclarecendo as diferenças entre  o “R” de Romano e o “R” de Românico. Aprenderam que:

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Romano era o estado da Antiguidade, formado a partir da cidade de Roma, fundado em 753 a.C. e que vigorou até 510 a. C., sendo governado por sete reis. O Império Romano perdurou até 476 d. C. na procura de uma civilização e uma arte comuns para todos os povos invadidos.

Românico é a arte cristã ocidental desenvolvida entre os séculos XI e XIII, que combina elementosIgreja de Meinedo-Lousada bárbaros e orientais. Ela é rica em formas e desenhos e assume características únicas pelo recurso a imagens de assuntos da natureza nos portais e na decoração dos monumentos.

E porque é importante a Rota do Românico? Porque o território situado entre os rios Tâmega e Sousa representa um importante período histórico de Portugal – o início da Nacionalidade. Ele abrange 12 municípios, entre os quais Lousada e localiza-se no centro do triângulo de uma região hoje declarada Património da Humanidade: Porto, Guimarães e Vale do Douro.

Muito obrigada aos técnicos da Rota do Românico! Os alunos estão a adorar!

Biblioteca em parceria com a Rota do Românico

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Do currículo nacional ao projeto local…

“O que as pedras nos contam”

O que as pedras nos contam

“O que as pedras nos contam” é o título de um projeto de trabalho que parte de uma parceria entre a Biblioteca do Agrupamento de Escolas de Lousada e o Serviço Educativo da Rota do Românico, germinada em 1998, no seio dos concelhos que integram a VALSOUSA – Associação de Municípios do Vale do Sousa.

Objetivos do Projeto: Aprender com a Biblioteca Escolar; Trabalhar de forma articulada (horizontal e vertical) nos diferentes anos de escolaridade; Sensibilizar os alunos para o conhecimento e formação sobre o Património histórico, arquitetónico e cultural da região; Despertar para a sua apropriação e preservação; Disseminar boas práticas no âmbito da Literacia da Informação; Partilhar experiências diversificadas.

Níveis de escolaridade envolvidos: Pré-escolar, 4.º ano do 1.º ciclo, 5.º ano do 2.º ciclo, 7.º ano do 3.º ciclo e o 10.º I (turma de Artes do secundário).

Disciplinas envolvidas: Português, História, Geografia, Matemática, Educação Visual, Desenho, Geometria e História da Cultura e das Artes.

Calendarização: ao longo do ano letivo.

Portanto, no que diz respeito à disseminação de boas práticas no âmbito da Literacia da Informação, a equipa desta Biblioteca preparou um conjunto de guiões intitulados “Aprende a estudar” que funcionarão com instrumentos de apoio a aprendizagens variadas:  1. fazer um trabalho individual, 2. apresentar a bibliografia desse trabalho, 3. fazer um resumo, 4. elaborar um relatório de uma visita de estudo, 5. elaborar fichas de leitura.

Deste modo, a relação entre a literacia da informação e a nossa Biblioteca tem levado a que a equipa repense a importância do “aprender a aprender” em detrimento da simples aquisição de conhecimentos. Os alunos aprenderão, em contexto de sala de aula,  todos os passos que devem trilhar para aprender a pesquisar e a elaborar documentos importantes, valorizando-se, cada vez mais, as capacidades de estudo e de aprendizagem ao longo da vida.

E, claro está, aprender mais sobre a nossa terra, as nossas gentes e o nosso património…

Fundação Manuel dos Santos oferece títulos

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Livros-Fundação-Manuel-dos-Santos

A Biblioteca da Secundária acaba de integrar no seu fundo documental um conjunto de livros oferecidos pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.

(…)“ Em reconhecimento do caminho conjunto que tem sido percorrido, do trabalho e dos produtos desenvolvidos e das relações de estima e de confiança criadas entre todos os que se têm genuinamente envolvido, a Fundação Francisco Manuel dos Santos decidiu oferecer às bibliotecas das escolas secundárias (ES) básicas e secundárias (EBS) e profissionais (EP) integradas na RBE, um conjunto de publicações de sua edição […].

Com a finalidade de aprofundar o conhecimento, a reflexão e o debate público sobre a realidade portuguesa, a FFMS é editora de um vasto conjunto de estudos que abordam múltiplos aspetos da vida portuguesa, de Portugal e da Europa. É um conjunto desses estudos, perfazendo cerca de 60 títulos […], que a biblioteca da sua escola […] irá receber ” (…)

In: RBE/Excertos extraídos da carta que acompanha a oferta

“Era uma vez um rei conquistador”

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“Era uma vez um rei conquistador”, de José Jorge Letria, foi a história hoje contada às crianças do Pré-escolar da Escola Básica de Silvares.

Esta atividade repetir-se-á ao longo desta e da próxima semana pelas restantes salas de crianças das Escolas Básicas de Boim, Cristelos, Ordem e Pias. Esta iniciativa está integrada no projeto “O que as pedras nos contam”, um amplo projeto de educação patrimonial, cultural e territorial, capaz de desenvolver a aprendizagem de forma autónoma nas crianças. Este projeto partiu de uma parceria entre a Biblioteca deste Agrupamento e a Rota do Românico, do Vale do Sousa.

Os alunos depois de escutarem a história do primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques, puderam desenhar e pintar sobre aquilo que ouviram.

Oferta de Revistas BLITZ!

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Revistas-Blitz

A Coordenadora da Biblioteca agradece ao professor José Carlos Silva, de Biologia e Geologia, a generosa oferta de numerosas revistas BLITZ à Biblioteca da Escola Secundária e que os alunos tanto têm apreciado.

Esta revista é a melhor publicação portuguesa sobre música e é um título com mais de 20 anos nas bancas. Na revista BLITZ encontram-se as notícias, as entrevistas e as críticas necessárias para se estar por dentro no mundo da música.