A biblioteca… o rumo da escola… o futuro dos alunos.

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Já ninguém duvida que a biblioteca da escola tem vindo a contribuir para a boa aprendizagem e domínio da leitura, qualquer que seja o seu suporte. Mas  ela também é o espaço privilegiado para a promoção de estratégias e atividades de forte aproximação ao currículo de qualquer disciplina, que também vem facilitando o apoio na pesquisa e na seleção de materiais de apoio aos trabalhos que o professor vai solicitando, nos próprios métodos de estudo e, obviamente, na aquisição de conhecimentos.

A biblioteca assume-se, assim, na escola, como o espaço nuclear para o trabalho sobre a pesquisa da informação. As práticas de literacia da informação pretendem dotar os alunos de conhecimentos que os capacitem para o acesso, produção e uso crítico da informação e para uma comunicação eficaz e responsável. Cada vez mais os alunos procuram, junto dos professores bibliotecários e dos assistentes operacionais das bibliotecas,  ajuda no acesso a recursos diversificados e de desenvolvimento desta literacia da informação: o que procurar? onde procurar? como? E depois: o que fazer com tudo isso? copiar e colar? fazer uma seleção? como apresentar? resumir?

As tecnologias, as ferramentas e os ambientes que permitem o acesso, o tratamento e a comunicação da informação, revolucionaram a maneira como os alunos percecionam a realidade, como aprendem, como produzem o conhecimento e como se podem relacionar com ele. Não é fácil!

Portanto, no que diz respeito à disseminação de boas práticas no âmbito desta literacia da informação, a equipa desta Biblioteca preparou um conjunto de guiões, intitulados “Aprende a estudar”, que funcionarão como instrumentos de apoio a aprendizagens variadas:  1. fazer um trabalho individual, 2. apresentar a bibliografia desse trabalho, 3. fazer um resumo, 4. elaborar um relatório de uma visita de estudo, 5. elaborar fichas de leitura.

Deste modo, a relação entre a literacia da informação e a Biblioteca Escolar tem levado esta equipa a repensar a importância da disponibilização dessas ferramentas de apoio à aquisição do conhecimento, a todos os alunos do agrupamento. Para isso, propôs-se desenvolver o projeto: “O que as pedras nos contam” que contemplasse uma série de atividades passíveis de articular os serviços educativos da Rota do Românico do Vale do Sousa, os alunos do pré-escolar, do 4.º, do 5.º, do 7.º e do 10.º ano de Artes e os seus professores. Considera, esta equipa, que o contexto local e a sua cultura devem coexistir e ser parte integrante do currículo nacional, através de processos de ensino e de aprendizagem dinâmicos e contínuos em função das características e das necessidades dos alunos deste Agrupamento de Escolas de Lousada.

Pretende-se que os alunos aprendam de forma articulada, primeiro, em contexto de sala de aula e, posteriormente, de forma autónoma e criativa ao longo da vida.

E, claro, aprender mais sobre a sua terra, as suas gentes, o seu património…

A Coordenadora da Biblioteca Escolar, Graça Maria Pinto Coelho

“Articulação curricular – organização do ensino/aprendizagem de forma integrada, em termos verticais (entre níveis/ciclos) e horizontais (entre disciplinas/áreas curriculares ou entre estas e outros saberes não disciplinares ou transversais), implicando a ligação entre diferentes atores (docentes, professor‑bibliotecário, técnicos, …) e estruturas (estabelecimentos, salas de aula, biblioteca escolar, …).”
in, Referencial “Aprender com a Biblioteca Escolar”

10.º ano de Artes visita Mosteiro de Pombeiro

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Alunos visitam Igreja de Meinedo. Um “catecismo de pedra”.

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Inserido no projeto da Biblioteca do Agrupamento em parceria com a Rota do Românico, intitulado “O que as pedras nos contam”, hoje foi a vez dos alunos do 5.º ano da EB Lousada Centro iniciarem a visita à Igreja de Santa Maria de Meinedo.

O técnico intérprete da Rota do Românico, Dr. Joaquim Costa, explicou aos alunos do 5.º ano que a Igreja Matriz de Meinedo foi dedicada a Santa Maria desde a sua fundação (1262) e, segundo a tradição, este edifício românico substituiu um antigo mosteiro, fundado antes da ocupação árabe da península, onde teriam sido depositadas as relíquias de Santo Tirso, oriundo da cidade de Constantinopla. Meinedo terá sido, nesse período, sede de um importante bispado.

Revelou ainda a importância das Igrejas do Românico, enquanto catecismos de pedra para o povo que não sabia ler nem escrever e que encontrava nas esculturas das pedras algo que o fizesse refletir entre o Bem e o Mal. Explicou que o arco triunfal era coberto por talha dourada e que o teto da capela-mor era coberto por caixotões pintados…

Os alunos voltaram para a escola muito mais entusiasmados e dispostos a pesquisarem mais sobre a arte românica!

10.ºI expõe estudos de “formas naturais e artificiais”

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Ao longo destas duas semanas, os alunos de Desenho, do 10.ºI, turma de Artes Visuais, expõem trabalhos produzidos nas aulas da professora Suzana Praça que são o resultado da observação e estudo de formas naturais e artificiais.

Deste modo, toda a comunidade escolar poderá visitar e apreciar as boas aprendizagens da “educação através da arte”, adquiridas ao longo do 1.º período.

12.º ano expõe trabalhos de Geografia

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Abertura de Concurso Literário e de Ilustração

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100.º aniversário do nascimento do poeta Álvaro Feijó

(5 de Junho de 1916)

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A equipa da biblioteca do Agrupamento de Escolas de Lousada, com a colaboração dos professores de Português e de Artes Visuais, pretende incentivar a criação e divulgação literária em língua portuguesa e incentivar a capacidade criativa e a imaginação das crianças, estimulando a ilustração, através do desenho, a população escolar do Concelho de Lousada, no âmbito da homenagem ao 100.º aniversário de nascimento do poeta Álvaro Feijó, que por aqui viveu legando-nos uma coletânea de versos de especial importância na poesia portuguesa do século XX.

REGULAMENTO 9.º CONCURSO LITERÁRIO ÁLVARO FEIJÓ 2016 

 

REGULAMENTO 4.º CONCURSO ILUSTRAÇÃO ÁLVARO FEIJÓ 2016

 

 Aqui vos deixamos a biografia do poeta Álvaro Feijó»»»»»»».

O 10.ºI e a Rota do Românico

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 10.ºI e a Rota do Românico

Hoje, os técnicos da Rota do Românico, Dr. Joaquim Costa e Dra. Tânia Nogueira, conversaram com os alunos do 10.ºI, de Artes Visuais, na aula de História e Cultura das Artes. Começaram por falar sobre a arte românica, desde os séculos XI ao XIV, que foi uma arte, sobretudo religiosa. Esta arte, conhecida por arte da Reconquista, está associada às Ordens Religiosas e é construída em pedra granítica. A arte da cantaria. Mestres canteiros eram os pedreiros e escultores.

As Igrejas eram como “catecismos de pedra”, onde o povo encontrava um espaço de refúgio e de proteção, mas também um espaço onde as pessoas podiam refletir sobre o pecado, o mal que tinham praticado. Falaram também da importância desta arte, mais propriamente, dos monumentos erigidos no território entre os rios Tâmega e o Sousa: mosteiros, castelos, igrejas, memoriais, pontes, torres, e da sua  importância patrimonial para a reabilitação deste território. A Rota do Romântico é constituída por 58 imóveis distribuídos por 12 concelhos: Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel e Resende.

Os alunos terminaram a sessão a experimentar os jogos de princípios matemáticos e geométricos: Azumetria, Hexiamante e Tangram, jogos milenares, adaptados à arte do Românico. Tinham que construir e que criar padrões… E adoraram!

Cachorro Arco de volta perfeita Cornija Colunas Mísulas Portal Fachada Tímpano Pedra Seteiras  Casa de Deus Base  Fuste  Capitel Ornamentos Naturalistas  Palmetas  Fístulas Contrafortes Aduelas Encomendadores Fortaleza de Deus foram as palavras mais ouvidas.

Os alunos do 7.ºano e o Românico

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Hoje, dia 26 de janeiro, os alunos do 7.º ano puderam descobrir o que é o Românico e quais as suas principais caraterísticas.

Foi ao longo da segunda metade do século XI e do início do século XII que uma série de transformações deu início ao aparecimento do estilo românico em Portugal.

A arquitetura românica, em Portugal, coincidiu com o reinado de D. Afonso Henriques e foi uma arte predominantemente religiosa que se concentrou, essencialmente, no Noroeste de Portugal. No território do Tâmega e Sousa apresenta características muito próprias desta região: a simplicidade dos temas e das técnicas.

Os alunos aprenderam tudo o que se relaciona com o tímpano e  com as cachorradas, os talha-mares das pontes deste concelho. Nas bases, fustes e capitéis das colunas, nos arcos de volta perfeita e nos longos frisos das fachadas das igrejas e dos mosteiros, a escultura é muito bem desenhada. Estas são aprendizagens muito importantes para todos os alunos do 7.º ano deste Agrupamento que têm vindo a assistir às diversas sessões proporcionadas pela Biblioteca escolar em parceria com as técnicas intérpretes da Rota do Românico, sediada em Lousada. A escola deve educar para o património local!

Muito obrigada Dra. Tânia Nogueira e Dra. Inês! Os alunos agradecem…

Alunos do 4.º ano visitam a Torre de Vilar

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Torre de Vilar

Inserido no projeto da Biblioteca do Agrupamento em parceria com a Rota do Românico, intitulado “O que as pedras nos contam”, está a ser concluída a segunda fase deste programa: a visita guiada pelos técnicos intérpretes aos imóveis. Hoje foi a vez dos alunos do 4.º ano da EB de Ordem visitarem a Torre de Vilar, em Vilar de Torno, cuja construção foi feita em pedra granítica e regista a presença de siglas de canteiro (símbolos gravados pelo homem que trabalhava em cantaria, ou seja, o pedreiro).

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Sigla de canteiro

Aprenderam que a Torre possui cerca de 14 metros de altura e, mais do que uma torre militar, representa uma residência senhorial fortificada, com cinco pisos. A entrada, no rés do chão, servia como despensa onde se guardavam os alimentos, pois a comida era confecionada no exterior. Os outros pisos funcionavam como moradia dos nobres que aí habitaram no século XIII. Os alunos mais corajosos, ainda puderam visitar o quinto e último piso onde possivelmente seriam os aposentos senhoriais.

No final, todos receberam um  certificado a comprovar esta visita, um pin e um folheto que aqui podes consultar.

“R” de Romano ou “R” de Românico?

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Os técnicos intérpretes da Rota do Românico, Dr. Joaquim Costa e Dra. Tânia Nogueira, em parceria com a equipa da Biblioteca do Agrupamento, têm vindo a desempenhar um périplo educativo patrimonial excelente, divulgando a vasta herança histórica deste território entre o Tâmega e o Sousa aos meninos desde o pré-escolar até ao 10.º ano de Artes. Tanto em sessões de esclarecimento em todos os estabelecimentos do agrupamento, como nas visitas aos imóveis.

Esta semana, foi dedicada aos alunos do 5.º ano e, em várias sessões, foram esclarecendo as diferenças entre  o “R” de Romano e o “R” de Românico. Aprenderam que:

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Romano era o estado da Antiguidade, formado a partir da cidade de Roma, fundado em 753 a.C. e que vigorou até 510 a. C., sendo governado por sete reis. O Império Romano perdurou até 476 d. C. na procura de uma civilização e uma arte comuns para todos os povos invadidos.

Românico é a arte cristã ocidental desenvolvida entre os séculos XI e XIII, que combina elementosIgreja de Meinedo-Lousada bárbaros e orientais. Ela é rica em formas e desenhos e assume características únicas pelo recurso a imagens de assuntos da natureza nos portais e na decoração dos monumentos.

E porque é importante a Rota do Românico? Porque o território situado entre os rios Tâmega e Sousa representa um importante período histórico de Portugal – o início da Nacionalidade. Ele abrange 12 municípios, entre os quais Lousada e localiza-se no centro do triângulo de uma região hoje declarada Património da Humanidade: Porto, Guimarães e Vale do Douro.

Muito obrigada aos técnicos da Rota do Românico! Os alunos estão a adorar!