AUTORRETRATO dos alunos do 12.ºF

Galeria

Bidimensionalidade vs. tridimensionalidade

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Oficina de Artes é uma disciplina cujo nome releva da noção de ofício, no sentido que lhe é conferido atualmente pelo operador plástico, enquanto agente de intervenção crítica que, mediante o conhecimento e a valorização do património, é capaz de agir, de modo integrado, na sociedade em que está inserido.

Convida-se toda a comunidade escolar a visitar a exposição de esculturas realizadas pelos alunos do 12º F, no âmbito da disciplina de Oficina de Artes, sob a orientação do professor Paulo Matos, dentro da Biblioteca da Escola Secundária.
Todas as obras partiram da pesquisa de pinturas de diversos artistas plásticos consignados, em que os alunos executaram uma transformação do bidimensional para o tridimensional. A finalidade destes trabalhos foi a de fomentar a capacidade de manipulação de diferentes materiais, visando um melhor entendimento dos dois espaços, incentivar e desenvolver a criatividade, proporcionando a pespetiva crítica e a sua intervenção na comunidade.

Excelente exposição!

Parabéns aos alunos!

“Auto da Índia” a primeira “Farsa” escrita por Gil Vicente

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Auto da Índia

AMA
Tornareis cá noutro dia.

CASTELHANO
Assossiega, coraçón, (Sossega coração)
Adormiéntate, león, (Acalma-te leão)
No eches la casa en tierra, (Não deites a casa abaixo)
Ni hagas tan cruda guerra, (Nem faças grande espalhafato)
Que mueras como Sansón. (Que morres como Sansão)

Esta burla es de verdade, (Este engano é verdadeiro)
Por los ossos de Medea,(Pelos ossos de Medeia)
Si no que arrastrado sea (Que eu arrastado seja)
Mañana por la ciudad; (Amanhã pela cidade)
Por la sangre soverana, (Pelo sangue soberano)
Se la batalla troyana, (Da batalha troiana)
Y juro a la casa sancta… (E juro à Santa Casa…)

Excerto de “Auto da Índia”, de Gil Vicente

Clica para leres a obra»»»»»

Representação do espaço – 9.º ano

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A exposição presente na entrada da Escola Secundária mostra trabalhos dos alunos do 9.º ano, turmas C, D e G, da disciplina de Educação Visual, com o professor Alexandre Ribeiro, integrados no tema de “Representação do Espaço – Sistema Europeu de Projeção”, onde foram abordadas as regras deste sistema de representação e a importância da sua utilização nos projetos das pequenas e grandes arquiteturas para depois  se construir os objetos neles projetados.

Eça de Queirós “Os passos de um trajeto”

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Na entrada da Escola Secundária, pode ser visitada a Exposição “Passos de um Trajeto” de Eça de Queirós“, composta por uma série de 24 cartazes.

Esta exposição recorre a gravuras e fotografias da época, reproduções de capas e folhas de rosto de livros e excertos de cartas, revistas e jornais reconstituindo o itinerário pessoal, cívico e literário de Eça de Queirós, falecido em Paris, onde era cônsul, em 16 de Agosto de 1900.

Revela-se importante, sobretudo para os alunos do 11º ano de escolaridade, pois da obra de Eça de Queirós destaca-se o estudo de “Os Maias”, que representa um marco fundamental na história da Literatura Portuguesa e por ser considerado um cânone.

Dia Mundial do Livro (II)

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No Dia Mundial do Livro, a equipa da Biblioteca da Escola Secundária faz uma retrospetiva às leituras dos últimos 12 meses e partilha com os leitores deste blogue quais os livros que foram mais marcantes para os nossos alunos.

O livro mais requisitado na Biblioteca da ESL.

1. Os Maias, de Eça de Queirós;

2. Memorial do convento, de José Saramago;

3. A lua de Joana, de M. Teresa M. González;

4. O colar, de Sophia de Mello B. Andresen;

5. O velho e o mar, de E. Hemingway;

6. A ilha do tesouro, de Robert L. Stevenson;

7. A rapariga que roubava livros, de Markus Zusak

8. O principezinho, A. de Saint-Exupèry

9. O velho que lia romances de amor, de Luís de Sepúlveda;

10. Marley e eu, de John Grogan.

SABIAS QUE… o dia 23 de Abril, foi designado em 1995 “Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor“, pela “Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura” (UNESCO). Esta data tem por base o nascimento e a morte de William Shakespeare (23 de Abril 1564 – 23 de Abril 1616) e a morte de Miguel de Cervantes (23 de Abril 1616).

Shakespeare-Cervantes