Category Archives: Leituras

Projecto partilhado da RBL para a Semana da Leitura 2009

Padrão

 

Contos de Hans Christian andersen

Para assinalar a Semana da Leitura 2009, a Biblioteca Municipal de Lousada em parceria com todas as Escolas do concelho de Lousada, promovem uma série de actividades de sensibilização para a importância do acto de ler, em todas as idades e ao longo da vida. A Semana da Leitura é uma iniciativa promovida pelo Plano Nacional de Leitura e tem como objectivo incentivar o hábito de ler entre os portugueses, contribuindo assim para uma maior literacia. Os “Contos” do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen foram os escolhidos! A nossa escola também está a participar nestas actividades.

Clicando em: Projecto partilhado da Semana da Leitura RBL 2009 poderás conhecer a nossa proposta concelhia.

Livro do Mês: Sexta-Feira ou a Vida Selvagem

Padrão

 

Michel TournierSexta-feira ou a Vida Selvagem

Sexta-Feira ou a Vida Selvagem

Autor: Michel Tournier

Este livro conta-nos a história de Robinson, um inglês que partiu a bordo do navio de nome Virgínia à procura de fortuna na América do Sul. Durante a viagem, o navio naufragou devido a uma enorme tempestade. O único sobrevivente foi Robinson que passou a viver sozinho numa ilha…

Certo dia, encontrou um índio fugitivo a quem salvou a vida, tornando-o seu escravo. Chamou-lhe “Sexta-Feira” porque correspondia ao dia da semana em que o conhecera. Com a ajuda do amigo, Robinson foi civilizando a ilha.

O resto da aventura terás tu de descobrir…

Michel Tournier é um escritor francês que nasceu em Paris a 19 de Dezembro de 1924.
Os pais conheceram-se quando estudavam Alemão na Sorbonne. O pai desistiu de se tornar professor por sido ferido num combate durante a Primeira Grande Guerra e decidiu fundar uma agência de direitos de autor. Por esta razão, Tournier tomou contacto, desde cedo, com obras literárias, apaixonando-se pelo mundo dos livros.

Estudou numa série de escolas particulares, geralmente católicas, e completou os seus estudos secundários durante a Segunda Guerra Mundial, prosseguindo os seus estudos de Filosofia e Direito na Sorbonne. Entre 1949 e 1954 escreveu para emissões radiofónicas e programas televisivos, passando, entre 1958 e 1968, a ser o editor principal da companhia livreira Plon. Em 1967 publicou o seu primeiro romance, Vendredi, Ou Les Limbes du Pacifique (Sexta-feira, ou Os Limbos do Pacífico), aos quarenta e três anos de idade. A obra é uma recriação do romance intitulado Robinson Crusoe do escritor inglês, Daniel Defoe, mas apresentado com um requinte filosófico. A obra foi galardoada no mesmo ano da sua publicação com o “Grand Prix du Roman”. Partindo deste romance, elabora uma adaptação para crianças intitulada Sexta – Feira ou a Vida Selvagem.

É considerado um autor de crianças, defendendo-se dizendo “eu não escrevo para as crianças, escrevo antes com um ideal de brevidade, de clareza e de proximidade ao concreto”.

Actualmente, o autor vive em Valée de Chevreuse a 40 km do sudoeste de Paris no presbitério de uma pequena vila.

Eis algumas das distinções que recebeu:

Grande prémio de romance da Académie Française em 1967 pelo seu romance Sexta-feira ou A Vida Selvagem ;
Prémio Goncourt em 1970 por unanimidade pelo seu romance Le Roi Des Aulnes ;
Membro da Académie Goncourt em 1972 ;
Medalha Goethe em 1993 ;
Doctor Honoris Causa da Universidade de Londres em 1997.

Concurso de Leitura no Auditório

Padrão

Vodpod videos no longer available.

No dia 18 de Dezembro, pelas 9 horas – último dia de aulas – decorreu mais um Concurso de Leitura no nosso auditório. Este Concurso (1ª eliminatória), que já é tradição, foi mais uma vez dinamizado pela equipa da Biblioteca, juntamente com os professores de Português da escola.

Muitos alunos participaram. Aqui se apresentam os resultados:

Básico

Secundário

Aluno

Turma

Pontuação

Aluno

Turma

Pontuação

Carla e Ânia

8ºA

119

Sara, Emanuel e Carlos

12ºA

138

Débora

8ºC

98

Paulo Silva

12ºF

115

Ana Couto e Clara

9ºC

94

Cláudia e Andreia

10ºB

108

Margarida

7ºA

93

Liliana Faria

11ºA

101

Tony

7ºE

87

Ana Rita

10ºAS

80

Carla

8ºC

85

Ana Pinto

10ºAS

80

Lia

8ºC

84

Diana

11ºA

79

Ana Nunes

8ºC

81

Paula

11ºA

78

Ana João

8ºE

80

Joana

10ºG

76

Carla e Cláudia

8ºB

76

Águeda

11ºA

74

Diogo

8ºC

75

 

 

 

Nuno

8ºC

74

 

 

 

Ana e Filipa

9ºC

73

 

 

 

Ana Teixeira

8ºC

70

 

 

 

João Pedro

7ºA

67

 

 

 

Diogo Sousa

8ºE

66

 

 

 

Catarina

7ºE

65

 

 

 

Alexandra Pereira

8ºE

63

 

 

 

Bryan

7ºE

61

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dsc01999dsc02000dsc02002dsc02006

No intervalo deste Concurso de Leitura a audiência ainda assistiu a um curto mas extraordinário Concerto de Música de Câmara, executado por alguns alunos do Ensino Articulado do Conservatório do Vale do Sousa. Ao piano  o professor Ricardo Fráguas acompanhou os alunos a cantar e na execução de alguns instrumentos. A nossa Biblioteca agradece um momento tão importante na história da nossa escola…

Parabéns a todos aqueles que participaram!

more about “Concurso de Leitura“, posted with vodpod

Comemorou-se hoje na Biblioteca o Dia Europeu das Línguas

Padrão

 

Hoje, e ao longo da próxima semana, poderás encontrar na Biblioteca alguns trabalhos elaborados pelos alunos nas aulas de Inglês, Espanhol e de Francês, comemorando o Dia Europeu das Línguas. Lembra-te que aprender uma nova língua também significa aprender a compreender outras maneiras de pensar e de fazer as coisas e que é ao professor de línguas que cabe essa tarefa.

Saramago quer que se estude mais poesia nas escolas

Padrão
 

O escritor José Saramago defendeu na noite de quinta-feira, em Lisboa, que a poesia portuguesa seja mais estudada nas escolas, dando como exemplo o poeta Jorge de Sena como um dos autores que deveria figurar entre os de leitura obrigatória.

“Têm-me dito que são sobretudo os romances a surgir nas leituras obrigatórias nas escolas. É tempo de dar passo à poesia”, apelou o Nobel da Literatura durante uma sessão de homenagem a Jorge de Sena realizada quinta-feira à noite no Teatro Nacional de São Carlos (TNSC), promovida pela Fundação José Saramago, e que contou com a presença do ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, e ainda diversos especialistas da obra de Jorge de Sena como Eduardo Lourenço, Vítor Aguiar e Silva e Jorge Fazenda Lourenço.

Perante uma audiência que encheu totalmente o Salão Nobre do TNSC, Saramago justificou a escolha de Jorge de Sena para a sessão/debate intitulada “Um Regresso”: “É um grande poeta, um grande escritor, uma grande cabeça e um grande coração”, sublinhou, sobre o autor nascido em Lisboa, em 1919, e falecido nos Estados Unidos em 1978.

Considerado um dos grandes poetas de língua portuguesa e uma das figuras centrais da cultura portuguesa do século XX, exilou-se no Brasil em 1959 e foi viver para os Estados Unidos em 1965, onde leccionou literatura. São da sua autoria, entre uma vasta obra de poesia, ficção, teatro e ensaio, “Metamorfoses”, “Arte de Música” e “Peregrinatio ad Loca Infecta”.

Estava prevista a leitura de uma mensagem da viúva, Mécia de Sena, mas Saramago explicou que tal não foi possível porque os incêndios que têm devastado Santa Bárbara (Califórnia), onde reside, obrigaram-na a abandonar a residência habitual, que esteve ameaçada pelo fogo.

In Visão Online

 

11-07-2008

 
 

Corto Maltese e Hugo Pratt – o fim há 13 anos!

Padrão

Corto Maltese o grande herói  nasceu em Malta em 10 de Julho de 1887 filho de uma  cigana de Sevilha, belíssima e admirável dançarina de flamenco. O seu pai era um marinheiro britânico, originário da Cornualha, descendente de uma família que tinha por tradição não se alistar na Royal Navy. O pai de Corto, um marinheiro ruivo e de porte poderoso tinha três paixões – o mar, o whisky irlandês e as lendas célticas. Não se sabe bem ao certo quando ele morreu, mas alguns afirmaram que desapareceu no mar, outros que foi assassinado em Cantão, outros houve que juraram que ele foi morto numa briga na Austrália.

A partir desta altura as aventuras de Corto Maltese são-nos apresentadas por Hugo Pratt em forma de Banda Desenhada. O seu primeiro álbum, “Balada do Mar Salgado” surge em Julho de 1967, situando a acção exactamente entre 1913 e 1915. Seguir-se-iam até à morte de Pratt em 20 de Agosto de 1995, mais cerca de 25 álbuns que nos descrevem de uma forma absolutamente magistral as aventuras deste marinheiro de brinco, misterioso e irónico,  possuidor de uma enorme maturidade, cultura e sentido humanitário…

 Hugo Pratt sempre foi um cidadão do mundo. Nascido em Itália, ainda jovem viajou para a Etiópia, mais tarde foi trabalhar em BD para a Argentina e de caminho vagueou pela América do Sul. Assim não espanta que a personagem Corto Maltese, seu “alter ego”, tenha deambulado também por muitas paragens, China, Sibéria, Pérsia e, claro, Buenos Aires, tal como o seu criador.

Hoje falamos em sua memória… Obrigada Hugo Pratt!

“A Flor Maior do Mundo” de José Saramago

Padrão

Já tinhamos conhecimento que A Flor Maior do Mundo, a única história infantil publicada por José Saramago e adaptada para uma curta-metragem de animação, podia ser vista na página web do jornal espanhol El Pais.

E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos? Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar? Como é que um texto tão símples pode ser tão tocante e tão mágico?

Livro recomendado pelo Serviço de Apoio à Leitura do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas… Maravilhoso!

valter hugo mãe publica novo romance em Julho

Padrão

valter hugo mãe vai publicar o seu novo romance na Quidnovi em Julho.

Nascido em 1971 em Angola, valter hugo mãe passou a infância em Paços de Ferreira, licenciou-se em Direito e fez uma pós-graduação em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Reside em Vila do Conde e foi fundador e co-responsável pelas Quasi Edições até 2004; dirige actualmente a nova editora Objecto Cardíaco, sedeada naquela cidade.

O escritor, Prémio José Saramago em Outubro de 2007,  publica em Julho o seu novo romance o apocalipse dos trabalhadores em que «maria da graça – mulher-a-dias em bragança esquecida do mundo – tem a ambição, não tão secreta como isso, de morrer de amor; e por essa razão sonha recorrentemente com a entrada no paraíso, onde vai à procura do senhor ferreira, seu antigo patrão, que, apesar de sovina e abusador, lhe falou de goya, rilke, bergman ou mozart como homens que impressionaram o próprio deus. mas às portas do céu acotovelam-se mercadores de souvenirs em brigas constantes e são pedro não faz mais do que a enxotar dali a cada visita.  tal como maria da graça, todas as personagens deste livro buscam o seu paraíso; e, aflitas com a esperança, ou esperança nenhuma, de um dia serem felizes, acham que a felicidade vale qualquer risco, nem que seja para as lançar alegremente no abismo. o apocalipse dos trabalhadores é um retrato do nosso tempo, feito da precariedade e dessa esperança difícil. um retrato desenhado através de duas mulheres-a-dias, um reformado e um jovem ucraniano que reflectem sobre os caminhos sinuosos do engenho e da vontade humana num portugal com cada vez mais imigrantes e sobre a forma como isso parece perturbar a sociedade.»

Um livro bem animado!

Padrão

Christian Voltz é um autor e ilustrador de alguns álbuns narrativos particularmente bem conseguidos que vive e trabalha em Estrasburgo, na França.

Hoje mesmo encontrei esta animação de um dos seus livros. É uma maravilha!!! Sobretudo se souberes Francês…  Diverte-te e passa umas boas férias sem te esqueceres de ler alguma coisinha!

“África Minha” de Karen Blixten é lindo!

Padrão

Este filme, baseado na obra de carácter biográfico Out of Africa [1937] de Karen Blixten ou Karen Dinesen [1885-1962] escritora dinamarquesa e traduzido por África Minha é lindíssimo. Sydney Pollack utilizou os actores Meryl Streep e Robert Redford para ganharem dois Oscares da Academia de Hollywood, em 1985, como melhor filme e melhor realizador. Na sua angustiada aventura no Quénia com a plantação de café (criada pelo marido e sem o seu consentimento) que, desde o início, tinha tudo para não ter um  bom resultado devido à escassez de água na zona e à altitude em que fora plantado, Karen faz de tudo o que humanamente é possível, pensando triunfar contrariando a Natureza. Com a ajuda dos muitos empregados da fazenda, consegue ter uma reserva, uma espécie de lago artificial, com água desviada de um rio próximo.

 

 

A BE, durante as férias,  aconselha a leitura do livro e uma olhadela no filme, pois vale mesmo a pena assistir à história da vida de uma mulher apaixonada e dividida entre dois mundos: a Europa e a África.

Aqui deixamos uma das cenas mais maravilhosas do filme!