O HALLOWEEN chegou à Biblioteca da Escola EB de Pias com sugestões de leitura super…assustadoras 🕷🎃



O HALLOWEEN chegou à Biblioteca da Escola EB de Pias com sugestões de leitura super…assustadoras 🕷🎃



O HALLOWEEN chegou à Biblioteca da EBPMS… Vem ver as sugestões de leitura super…assustadoras!!!!







As bibliotecas escolares de EB de Silvares, Cristelos e Boim, também não foram exceção nesta época tão especial, enchendo-se de elementos assustadores de Halloween realizados pela Cristina, sempre dedicada e imaginativa!







Para além de promover a expressão artística, esta atividade incentivou o gosto pela leitura através do destaque de livros existentes em cada biblioteca escolar, alusivos a esta época arrepiante!!
As bibliotecas escolares do nosso agrupamento encheram-se de cor, imaginação e espírito festivo com as celebrações do Halloween!
Os alunos do Pré- escolar desta escola teveram a oportunidade de se deliciarem com a história ” Uma bruxa muito especial”, contada e dramatizada de forma apaixonante pela Educadora Cristina.







Os alunos da EB de Ordem mostraram toda a sua criatividade nas exposições de trabalhos, realizados no âmbito da disciplina de Inglês a pedido da Professora Marina Cunha. Fantasmas, abóboras, esqueletos, cemitérios e casas assombradas são alguns dos trabalhos que podemos ver nas fotografias.
A Educadora Cristina Mendes elaborou, anteriormente, um mural de Halloween onde foram colocados os trabalhos dos alunos, transformando este Ponto Biblioteca num verdadeiro cenário de Halloween!
No âmbito da atividade “Escritor do Mês” a Biblioteca da EBPMS apresentou a vida e obra da escritora Alice Vieira.





Mês Internacional da Biblioteca Escolar
No dia 20 de outubro, o escritor David Machado visitou a nossa escola e apresentou aos alunos do 6.º ano a novela juvenil intitulada “Elisa”, da sua autoria, e cuja protagonista, transferida da cidade do Porto, experimenta um ambiente distinto, num grande desafio para a sua integração, solucionado após emocionante ecossistema de afetos.




Esta obra tem a particularidade da sua narrativa ocorrer no concelho de Lousada.
Agrupamento de Escolas de Lousada, 08 de outubro de 2025
A Professora Coordenadora da Equipa da Biblioteca Escolar,
Graça Maria Pinto Coelho
Mês Internacional da Biblioteca Escolar
Oferecer livros às crianças é sempre um ato de amor!
Desta forma, despertamos a imaginação e enriquecemos o vocabulário… No âmbito do Plano Municipal de Leitura “Ler Lousada”, o município oferece todos os anos, a todos os alunos de quarto ano deste concelho um livro. “Pedra a pedra, bicho a bicho” foi o livro oferecido este ano. Esta oferta vem sempre acompanhada de algo muito valioso e inesquecível para estes alunos.

A apresentação e entrega é realizada, pessoalmente pelo seu autor, João Pedro Mésseder e pela ilustradora Carla Anjos.





O Plano Local de Leitura (referido como “Plano Municipal de Leitura”) é um plano estratégico que se insere no âmbito do Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL 2027) e adapta essa política nacional ao contexto do município ou área geográfica local. Visa articular diferentes agentes — municípios, bibliotecas, escolas, associações culturais, grupos comunitários — para dinamizar iniciativas de leitura e literacia.
A Biblioteca Escolar deste Agrupamento está sempre presente nestas iniciativas com muito orgulho em tudo o que esta atividade representa.
Hajam mais momentos destes para alimentarmos a mente dos nossos futuros adultos!
Mês Internacional da Biblioteca Escolar

O Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE) 2025 celebra-se ao longo do mês de outubro, com o tema: “Para além das estantes: IA, bibliotecas e o futuro das histórias“.
As celebrações anuais visam destacar a importância das bibliotecas escolares no ecossistema educativo.
Dizem que o futuro pertence às máquinas, essas criaturas feitas de códigos e de silêncios, que aprendem depressa e falam sem alma. Chamam-lhes “inteligências artificiais”, e talvez o sejam! Sabem somar ideias, traduzir sentimentos e costurar palavras com uma elegância inquietante.
Mas há nelas uma ausência: a vida.
Dizem que o futuro será feito de luzes frias, de ecrãs e painéis LED e de vozes sem corpo que sabem tudo, mas que não sentem nada. As “inteligências artificiais”, esses novos oráculos de silício, cabos de fibra ótica que aprenderam a juntar palavras com a precisão de um relojoeiro, a construir frases que parecem humanas, a citar versos, a explicar o mundo. E, no entanto, falta-lhes o mais essencial: o tremor da alma, a respiração do instante.
O ser humano é mais do que fios de memória — é um tecido de emoção. É fogo e dúvida, é riso e lágrima. Quando um escritor escreve, não o faz através de circuitos, mas com sangue e respiração.
As suas palavras nascem de um coração que arde e de uma mente que se interroga. Por isso, cada livro escrito é uma confissão do mundo. Imperfeita, humana, mas viva.
As bibliotecas do futuro talvez brilhem em ecrãs luminosos, talvez guardem milhões de vozes num só feixe de luz, mas o seu verdadeiro esplendor continuará a ser aquele rumor de páginas folheadas devagar, o cheiro das encadernações antigas, o reflexo dourado do sol da tarde nas lombadas gastas. Ali, o tempo não é simplesmente uma sequência de dados: é uma respiração partilhada.
As inteligências artificiais, sejam Gemini, ChatGPT ou qualquer outro nome inventado — poderão um dia reproduzir histórias. Mas jamais conhecerão o instante em que o coração humano hesita entre a palavra certa e a palavra sentida… poderão descrever o amor, mas não o sentem; poderão até cantar a tristeza, mas nunca a choram.
Os humanos serão sempre os melhores contadores de histórias, porque as vivem antes de as escreverem. E nas suas vozes há o eco de tudo o que é genuíno: o frio das perdas, o calor dos reencontros, o milagre da amizade, o prazer da ternura…
Enquanto houver quem leia com os olhos húmidos e o coração desperto, enquanto houver quem escreva para tocar outro ser humano, as máquinas serão apenas ecos distantes e os livros continuarão a ser lume aceso na noite do mundo. Os humanos serão sempre os verdadeiros contadores de histórias, porque as vivem antes de as contar. E é nesse viver que reside a diferença entre o artificial e o genuíno: a máquina calcula; o homem recorda.
A máquina processa; o homem sonha.
E enquanto houver sonho, haverá livros! E enquanto houver livros, haverá humanidade!
Graça Coelho, Professora Bibliotecária do AEL