Halloween nas Bibliotecas: Criatividade em Silvares, Cristelos e Boim

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As bibliotecas escolares de EB de Silvares, Cristelos e Boim, também não foram exceção nesta época tão especial, enchendo-se de elementos assustadores de Halloween realizados pela Cristina, sempre dedicada e imaginativa!

Para além de promover a expressão artística, esta atividade incentivou o gosto pela leitura através do destaque de livros existentes em cada biblioteca escolar, alusivos a esta época arrepiante!!

Celebrações de Halloween na Biblioteca de Ordem

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As bibliotecas escolares do nosso agrupamento encheram-se de cor, imaginação e espírito festivo com as celebrações do Halloween!

Os alunos do Pré- escolar desta escola teveram a oportunidade de se deliciarem com a história ” Uma bruxa muito especial”, contada e dramatizada de forma apaixonante pela Educadora Cristina.


Os alunos da EB de Ordem mostraram toda a sua criatividade nas exposições de trabalhos, realizados no âmbito da disciplina de Inglês a pedido da Professora Marina Cunha. Fantasmas, abóboras, esqueletos, cemitérios e casas assombradas são alguns dos trabalhos que podemos ver nas fotografias.
A Educadora Cristina Mendes elaborou, anteriormente, um mural de Halloween onde foram colocados os trabalhos dos alunos, transformando este Ponto Biblioteca num verdadeiro cenário de Halloween!

David Machado e ‘Elisa’: Encontro Literário na Escola

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Mês Internacional da Biblioteca Escolar

No dia 20 de outubro, o escritor David Machado visitou a nossa escola e apresentou aos alunos do 6.º ano a novela juvenil intitulada “Elisa”, da sua autoria, e cuja protagonista, transferida da cidade do Porto, experimenta um ambiente distinto, num grande desafio para a sua integração, solucionado após emocionante ecossistema de afetos.

Esta obra tem a particularidade da sua narrativa ocorrer no concelho de Lousada.

Ler Lousada: Um Presente Literário para Alunos

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Mês Internacional da Biblioteca Escolar

Oferecer livros às crianças é sempre um ato de amor!

Desta forma, despertamos a imaginação e enriquecemos o vocabulário… No âmbito do Plano Municipal de Leitura “Ler Lousada”, o município oferece todos os anos, a todos os alunos de quarto ano deste concelho um livro. “Pedra a pedra, bicho a bicho” foi o livro oferecido este ano. Esta oferta vem sempre acompanhada de algo muito valioso e inesquecível para estes alunos.

A apresentação e entrega é realizada, pessoalmente pelo seu autor, João Pedro Mésseder e pela ilustradora Carla Anjos.


O Plano Local de Leitura (referido como “Plano Municipal de Leitura”) é um plano estratégico que se insere no âmbito do Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL 2027) e adapta essa política nacional ao contexto do município ou área geográfica local. Visa articular diferentes agentes — municípios, bibliotecas, escolas, associações culturais, grupos comunitários — para dinamizar iniciativas de leitura e literacia.

A Biblioteca Escolar deste Agrupamento está sempre presente nestas iniciativas com muito orgulho em tudo o que esta atividade representa.
Hajam mais momentos destes para alimentarmos a mente dos nossos futuros adultos!

Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE)

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Mês Internacional da Biblioteca Escolar

O Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE) 2025 celebra-se ao longo do mês de outubro, com o tema: “Para além das estantes: IA, bibliotecas e o futuro das histórias“. 

As celebrações anuais visam destacar a importância das bibliotecas escolares no ecossistema educativo. 

Dizem que o futuro pertence às máquinas, essas criaturas feitas de códigos e de silêncios, que aprendem depressa e falam sem alma. Chamam-lhes “inteligências artificiais”, e talvez o sejam! Sabem somar ideias, traduzir sentimentos e costurar palavras com uma elegância inquietante.
Mas há nelas uma ausência: a vida.

Dizem que o futuro será feito de luzes frias, de ecrãs e painéis LED e de vozes sem corpo que sabem tudo, mas que não sentem nada. As “inteligências artificiais”, esses novos oráculos de silício, cabos de fibra ótica que aprenderam a juntar palavras com a precisão de um relojoeiro, a construir frases que parecem humanas, a citar versos, a explicar o mundo. E, no entanto, falta-lhes o mais essencial: o tremor da alma, a respiração do instante.

O ser humano é mais do que fios de memória — é um tecido de emoção. É fogo e dúvida, é riso e lágrima. Quando um escritor escreve, não o faz através de circuitos, mas com sangue e respiração.
As suas palavras nascem de um coração que arde e de uma mente que se interroga. Por isso, cada livro escrito é uma confissão do mundo. Imperfeita, humana, mas viva.

As bibliotecas do futuro talvez brilhem em ecrãs luminosos, talvez guardem milhões de vozes num só feixe de luz, mas o seu verdadeiro esplendor continuará a ser aquele rumor de páginas folheadas devagar, o cheiro das encadernações antigas, o reflexo dourado do sol da tarde nas lombadas gastas. Ali, o tempo não é simplesmente uma sequência de dados: é uma respiração partilhada.

As inteligências artificiais, sejam Gemini, ChatGPT ou qualquer outro nome inventado — poderão um dia reproduzir histórias. Mas jamais conhecerão o instante em que o coração humano hesita entre a palavra certa e a palavra sentida… poderão descrever o amor, mas não o sentem; poderão até cantar a tristeza, mas nunca a choram.

Os humanos serão sempre os melhores contadores de histórias, porque as vivem antes de as escreverem. E nas suas vozes há o eco de tudo o que é genuíno: o frio das perdas, o calor dos reencontros, o milagre da amizade, o prazer da ternura…

Enquanto houver quem leia com os olhos húmidos e o coração desperto, enquanto houver quem escreva para tocar outro ser humano, as máquinas serão apenas ecos distantes e os livros continuarão a ser lume aceso na noite do mundo. Os humanos serão sempre os verdadeiros contadores de histórias, porque as vivem antes de as contar. E é nesse viver que reside a diferença entre o artificial e o genuíno: a máquina calcula; o homem recorda.

A máquina processa; o homem sonha.

E enquanto houver sonho, haverá livros! E enquanto houver livros, haverá humanidade!

Graça Coelho, Professora Bibliotecária do AEL