PARA O 4.º ANO:
PARA O 5.ºANO:
PARA O 7.º ANO:
PARA O SECUNDÁRIO:
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PARA O SECUNDÁRIO:
Aqui vos apresentamos os seguintes guiões, elaborados pela equipa da Biblioteca, a partir do Modelo Big6:
PARA O 4.º ANO:
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| PÚBLICO. |
As famosíssimas peripécias da Capuchinho Vermelho, da sua avó e do lobo são contadas aqui em dois registos: em língua gestual portuguesa e verbalmente. Este é um dos contos infantis da exposição “Era uma Vez…Ciência para Quem Gosta de Histórias”, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa. Até Agosto de 2014. É a ciência escondida em dez contos infantis.
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Convidada pela Biblioteca da Escola Secundária, em articulação com o Clube “Amigos do Verde”, e no âmbito de uma sensibilização para o conhecimento da terra, o planeta mágico que está ao nosso dispor e que, nos tempos que correm, por vezes nos esquecemos da sua diversidade, a escritora/ilustradora Beatriz Lamas Oliveira falou em pormenor da […]
As doninhas dão o título à aventura: “O Clube das Efes”. São elas a Faia, a Flor e o Freixo, encantadores membros deste exclusivo Clube que habitam numa aldeia de Entre Douro e Minho, escondida de olhares estranhos. A ação decorre entre as férias do natal e o fim de abril, com o recomeço das aulas.
Elas vivem as suas ativas vidas de animais selvagens, sem se preocuparem com os humanos. Procuram alimento, caçam, escondem-se nos abrigos onde se sentem seguras, acasalam e cuidam dos filhotes sem precisarem da ajuda das pessoas da aldeia. Mas, por vezes, em situações excecionais, como tempestades ou cheias, grandes secas ou incêndios, o território das doninhas, os seus abrigos, alimentos ou filhos, podem ficar em perigo.
Uma dessas situações de risco, para o bem-estar animal, ocorre inesperadamente nesta história. Serão a Faia, a Flor e o Freixo salvos a tempo?
Mas como, se homens e animais selvagens não falam a mesma língua?
Numa aguda situação de perigo, a ajuda das pessoas que observam e admiram as doninhas, pode preservar-lhes o habitat e defender a integridade do meio ambiente?
Falou de si enquanto professor, poeta, homem sensível que se deixa “tocar” pelo mundo que o rodeia: a natureza, os animais, a beleza. Falou das suas origens. Da cidade do Porto, do rio Douro, do mar, da sua poesia, dos seus amigos: Miguel Torga, Eugénio de Andrade, Luísa Dacosta… das árvores, dos pássaros, das palavras, que são aquilo com que constrói os seus livros.
Recordou o poeta/compositor brasileiro Vinícius de Moraes e ensinou os alunos a repetirem as frases do poema “A Casa”, enquanto estalava os dedos: Era uma casa muito engraçada/não tinha teto, não tinha nada/Ninguém podia entrar nela, não/Porque na casa não tinha chão/Ninguém podia dormir na rede/Porque na casa não tinha parede/Ninguém podia fazer pipi/Porque penico não tinha ali//Mas era feita com muito esmero/Na rua dos Bobos, número zero… Uma casa sem teto, sem chão, sem paredes, sem penico. Aprenderam a magia das palavras.
Respondeu às questões que os alunos lhe colocaram. Revelou o seu fascínio pelos ciganos. João Pedro Mésseder, terminou, brindando os nossos meninos, com o conto ” A galinha negra”. Todos puderam perceber nele a fantasia dos seus contos.
De origem (algo) incerta, o ponto de exclamação é marcado pelas suas muitas utilidades. Sendo pouco utilizado nos textos formais, é visto como uma expressão de simpatia nas mensagens virtuais.
Este concurso de leitura teve, desde o primeiro momento, objetivos muito claros para os alunos. Que perdessem a vergonha e fossem capazes de ler para os outros e fizessem da leitura um ato de sedução. Quinze anos depois, que encontrem na leitura alguma coisa que os toque, que os faça rir ou chorar. E partilhem essas emoções uns com os outros… Eles sempre mostram essa vontade!
Realizou-se, nesta sexta-feira, pelas 9.30 horas, o habitual Concurso de leitura da Escola Secundária, uma atividade que encerrou o 2.º período. Pretende-se desenvolver no alunos a dicção, a colocação e a projeção da voz, a noção de ritmo na leitura e a descoberta das possibilidades interpretativas na leitura de diferentes tipos de textos.
A apresentação esteve a cargo das professoras Alice Póvoa e Graça Coelho, da equipa da biblioteca. O júri foi constituído pelas professoras (Conceição Brandão, Carla Lopes e Goreti Pinto) e, ainda, por dois alunos representantes dos ensinos básico e do secundário.

Júri do Concurso de Leitura
De entre os cerca de 35 alunos que participaram, lendo expressivamente textos variados, foram estes os vencedores:
1.º prémio: João Queirós (8.ºD)
2.º prémio: Cristiana Pimenta (8.ºA)
3.º prémio: Anabela Magalhães e Inês Alves (8.ºD)
1.º prémio: Joana Pinho (12.ºC)
2.º prémio: Diana Ferreira (12.ºB)
3.º prémio: Soraia Teixeira (11.º Voc.)